domingo, 2 de agosto de 2020

Sabem por que os vereadores Tarcísio e Lucinha se elegeram na "oposição" e depois foram para a situação, traindo seus eleitores? Eis aqui a resposta:

                        


         Quantas vezes você precisa ser enganado para aprender a proteger-se de "novos" enganos?! Veja como as coisas funcionam, com o exemplo do PSL do Gilson da Serraria:

         A dita "verdadeira oposição" do PSL, em Cocal, defende que Rubens Vieira não seja "criticado" nem "julgado" pelo povo, mas que o povo "incentive" o prefeito e seja "solidário" a ele. É o que consta nas entrelinhas do pensamento escrito pelo pré-candidato a vereador do PSL, professor Otavio, com sua ideologia recheada de "paz e amor". (Sorte teria o prefeito se Godofredo Brito pensasse da forma que pensa essa suposta "verdadeira oposição"). Continuando...

        Otávio lançou ainda uma "indireta" ao próprio "cabeça de chapa" da dita "verdadeira oposição" (PSL), pois o pré-candidato a prefeito Gilson da Serraria, ao contrário daquilo que o Otávio defende, tem criticado sorrateiramente o Fiscal do Povo, fazendo um mau "julgamento", cheio de covardia e de inverdades, colocando em xeque a moral de uma pessoa que vem lutando pelo povo do qual faz parte, com muito sacrifício, garra e coragem, como todos têm testemunhado.


           Confiram, então, no sublinhado, a mensagem do pré-candidato a vereador do PSL de Cocal, vulgo "verdadeira oposição":



           E o que se observa é que essa suposta “verdadeira oposição”, como se vê, com esse discurso de "paz e amor", "amigável" e "pacífico" direcionado aos "colegas" da velha “classe política” da cidade, está agradando muito o grupo do prefeito escamoteamento, grupo este que está inclusive dando toda força de "incentivo" e sendo "solidário" ao pré-candidato do Gilson da Serraria (PSL), como vocês mesmos podem comprovar olhando esses "afagos" de um irmão do prefeito, de um vereador e de um pré-candidato a vereador do prefeito, lançados carinhosamente ao professor da SUPOSTA "verdadeira oposição" de Cocal. Confiram os "afagos" nos prints:

 

IRMÃO DO PREFEITO
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VEREADOR DO PREFEITO
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PRÉ-CANDIDATO DO PREFEITO
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          Agora, tirem vocês mesmos a suas devidas conclusões a respeito dessa chamada "VERDADEIRA OPOSIÇÃO"; façam isso segundo o que seus próprios olhos veem, e achem a resposta para a pergunta no título desta matéria: "Sabem por que os vereadores Tarcísio e Lucinha se elegeram na "oposição" e depois foram para a situação?" Da nossa parte, nós ja sabemos. E, por isso, deixamos aqui a nossa crítica e o nosso julgamento. Pois o posicionamento do grupo Fiscal do Povo é o posicionamento REAL do POVO; um posicionamento FIRME e DECIDIDO, sem meias palavras, vindo de nossos corações  verdadeiramente indignados. Ao contrário dessa "oposição-paz-e-amor" que o PSL defende, nós acreditamos que tanto podemos como devemos JULGAR as pessoas mal intencionadas e praticantes do mal, desde que sempre seja um julgamento COM BASE NA REALIDADE observada! Pois o mundo precisa é de pessoas que julguem e critiquem os maus cidadãos e que sejam solidárias, não aos maliciosos, mas prioritariamente aos bons cidadãos. Pois o povo é o juiz dos juízes da Terra, acima do qual está apenas Deus, Que nos ensina:

 "Não julguem apenas pela aparência, MAS FAÇAM JULGAMENTOS JUSTOS”.

(João 7:24)

            Por exemplo, nós, do Povo, diante de TODA a realidade que existe em torno do grupo do prefeito, JULGAMOS que esse grupo acusado de "organização criminosa" pelo Ministério Público (cujas provas nossos olhos já viram) deve ser SUBJULGADO pelo poder do povo, com a verdade! 

       E que Deus abençoe aqueles que dizem SIM, para o bem, e NÃO, para o mal; pois isto é o julgamento que devemos fazer a todo instante, em nome da Verdade e em benefício dos oprimidos por essa "classe política" de Cocal repleta de falsas bondades que tanto enganam parte do povo ao longo de sua história. 

         Esperamos sinceramente que, com esta matéria, vocês tenham achado a resposta para a pergunta feita do título da mesma e que possam prever, protegendo-se de mais enganos, o destino dos seus pre-candidatos a vereador de Cocal: se estarão sempre com vocês ou se lhes abandonarão no meio do caminho, conforme os "afagos" futuros... Mas atenção! Não se esqueçam de que "afagos" hoje, entre "oposição" e "situação", quando se passa sede e se morre por falta de saúde pública adequada, não deveria ser algo assim tão normal, não é mesmo?!






            Por isso, deixamos mais duas perguntas: 

           1) Quem dos pré-candidatos a vereador 'de oposição' de Cocal JAMAIS passaria para o lado do prefeito escamoteamento, após ser eleito?


          2) Quem dos pré-candidatos a vereador 'de oposição' de Cocal o prefeito MAIS DESEJA que não seja eleito?


           Cremos que tais perguntas tenham fáceis respostas. É com vocês.

         



Atenciosamente, 

              

Equipe Fiscal do Povo: o povo a se erguer... sem pressa e com a verdade.


sábado, 4 de julho de 2020

"CLARO ENIGMA"?! Quem manda no Chico do Nego? Vejam as provas:

         Chico do Nego NÃO SABE, NÃO PODE ou NÃO QUER enfrentar o prefeito Escamoteamento de forma séria? Desconsiderando as "meias palavras" do vereador, fica a pergunta inicial: quem está por trás da Câmara Municipal de Cocal?! Acompanhem...




         No dia 27 de abril, o presidente da Câmara Municipal de Cocal-PI, Chico do Nego, enviou o Ofício (Nº 09/2020) ao prefeito Rubens Vieira PEDINDO-LHE PELA SEGUNDA VEZ acesso às seguintes informações básicas:

         - os valores dos repasses à Câmara para todos os meses de 2020, esclarecendo os cálculos utilizados para tal; e

         - informações SEMANAIS sobre os gastos públicos no “suposto” combate à “pandemia” do Covid-19.

 

         A RESPOSTA DO PREFEITO

 

         No dia 30 de abril, o prefeito respondeu ao Chico do Nego dizendo que NÃO IRÁ atender ao pedido específico feito pelo presidente da Câmara. Rubens Vieira disse que o Município não tem a obrigação LEGAL de enviar as informação pedidas pela Câmara no referido Ofício e que, se a Câmara quiser, ela que vá fiscalizar nos locais onde estão sendo feitas as ações de suposto combate à pandemia (Assim como faz o Fiscal do Povo), bem como buscar as informações que pretende junto ao Tribunal de Contas do Estado; e que só enviará as informações à Câmara Municipal nos chamados prazos normais. Ou seja, fora desses prazos, não enviará NADA ao presidente da Câmara. 




         FEZ DE CONTA QUE NEM LEU!

 

         Ainda no mesmo Ofício, em resposta ao Chico do Nego, o prefeito IGNOROU o pedido de informações sobre os repasses mensais do Município à Câmara Municipal. Isto é: dos dois pedidos que a Câmara fez, UM o prefeito NEGOU informar, e o outro o prefeito SEQUER MENCIONOU: fez de conta que nem leu!

 

         Vamos agora a algumas CURIOSIDADES dessa TRAMA:

 

         O prefeito de Cocal, todos sabem, atende às ordens do seu patrão político, o  governador Wellington Dias, dono da candidatura de Nonatinho em Cocal, pelo PT.  Mas vejam agora umas curiosidades nestas duas imagens logo abaixo:

               


IMAGEM "A"

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IMAGEM "B"


         As imagens acima são os dois últimos Ofícios que Chico do Nego enviou ao prefeito de Cocal.

Notem dois detalhes:

         1) Logo no início de ambos os ofícios (imagens A e B), em vez de “Cocal” está escrito “Teresina”.

          2) Bem embaixo, no primeiro ofício, (imagem A), em vez das informações da Câmara Municipal de Cocal, encontram-se as informações do IDEPI (Instituto do Desenvolvimento do Piauí), um órgão do Governo Wellington Dias que tem como Diretor-presidente o advogado Leonardo Sobral, SOBRINHO do deputado João Madson (MDB), aliado de Wellington Dias e sócio da candidatura de Cristiano Brito em Cocal.


         Ou seja: se, por um lado, Wellington Dias é o patrão de Rubens Vieira na prefeitura, por outro lado, POR EXEMPLO do sobrinho de João Madson, o Governador MANDA também nos atos do Chico do Nego na presidência da Câmara Munisipal de Cocal. É mais uma evidência de que, na nossa cidade, a "oposição" foi dividida pelo prefeito com seus caciques estaduais TÃO SOMENTE para se garantir a eleição de Nonatinho e de todos os vereadores  que por 7 anos foram fiéis ao prefeito, como todos nós sabemos. E hoje a "oposição" continua DI-VI-DI-DA, praticamente sem rumo, enquanto o prefeito mantem TODOS os seus votos numa só candidatura, garantindo com altíssima probabilidade a sua vitória.


         Vamos agora às perguntas da vez:

 

I)                    Se o Chico do Nego, como presidente da Câmara, contratou uma assessoria jurídica para este ano no valor de 60 mil reais, por que então ele está mandando ao prefeito ofícios "fabricados" em Teresina, de um órgão do Governador Wellington Dias, padrinho político de Nonatinho que está inclusive concorrendo "contra" o próprio Chico do Nego, uma vez que este é pré-candidato na chapa de Cristiano Brito? Alguém é capaz de responder este enigma?!

 

II)          Se o prefeito não respondeu ao PRIMEIRO pedido de informações do Presidente da Mesa da Câmara Municipal, e não respondeu NOVAMENTE ao pedido de informações sobre os repasses à Câmara, por que o Chico do Nego não toma as providências jurídicas e regimentais cabíveis DE FATO contra o chefe do executivo, isto é, contra o prefeito Escamoteamento?! Ou será que esses ofícios que o presidente mandou ao prefeito não têm mesmo respaldo na lei, e foram feitos apenas para fingir que a Câmara está trabalhando com relação à fiscalização das verbas relacionadas à pandemia do corona vírus? Alguém é capaz de responder a este enigma?! 

 

 

III)                Por que um órgão do Governo Wellington Dias está ao mesmo tempo ditando as ações da Câmara Municipal e da prefeitura, se o presidente da Câmara é da chamada “oposição” e o prefeito é o líder da situação? Ou será que a “oposição” do PP/MDB está sob o comando do bloco político do Governador, que também manda no prefeito de Cocal, o que só demonstra um grande teatro que já colocou o povo para escanteio há muito tempo?! Alguém é capaz de responder a este enigma?!

 

IV)   Por que Chico do Nego obedece aos comandos de funcionários de CONFIANÇA do Governador Wellington Dias, se este governador é dono da chapa política de Nonatinho? Alguém é capaz de responder a este enigma?!


         VEJAM COM SEUS PRÓPRIOS OLHOS AS PROVAS:


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ÀS RESPOSTAS:


I) Quem manda nos políticos da "velha política" de Cocal são seus PATRÕES estaduais. Ou seja, quem manda no Chico do Nego é o mesmo grupo político que manda no prefeito;

II) REALMENTE, os ofícios enviados pelo Chico do Nego ao prefeito NÃO ENCONTRAM NENHUM RESPALDO na legislação municipal, estadual ou federal. São oficios sem qualquer efeito legal. Todos feitos JUSTAMENTE PARA NÃO PREJUDICAR O PREFEITO;

III) Chico do Nego JAMAIS fiscalizaria o prefeito Escamoteamento, pois esteve por lá por 7 anos participando de tudo o que pôde. Para o presidente da Câmara, fiscalizar o prefeito seria como fiscalizar a si mesmo. Além disso, quem manda em Chico do Nego ainda são os mesmos que mandam no prefeito.

IV) Resposta simples: os vereadores Chico do Nego, Breno Rodrigues e Tarcísio do Gesso, caso se elejam com os votos que o povo depositar em pré-candidatos 'dentro do PP', eles voltarão O MAIS RÁPIDO POSSÍVEL para a "situação", de ondem DIZEM ter saído. Ou vocês ainda duvidam disso, mesmo após Tarcísio já ter aparecido filiado ao partido do prefeito (PSD), conforme nós revelamos recentemente?


                Para muitos, isso tudo já não é mais um mistério, o enigma não mais existe. Está tudo claro como o dia!



OFÍCIO Nº 08/2020: http://admin.itransparencia.com/files/transparencia/legislacao/cocal-01.pdf

OFÍCIO Nº 09/2020: http://admin.itransparencia.com/files/transparencia/legislacao/oficio-cm-cocal-a-pref.-cocal-busca-de-informaCOes.pdf

RESPOSTA DO PREFEITO: http://admin.itransparencia.com/files/transparencia/legislacao/oficio-resposta-pref.-mun-de-cocal-a-camara-municipal.pdf

 

       




quarta-feira, 27 de maio de 2020

Covid: suas causas e consequências

       É passada a hora de se pensar sobre as questões que envolvem a "pandemia". Há uma mistura de informações, desinformações, manipulação, fake news, censura de opinião e supressão de liberdades.

      Este poste tem o simples objetivo de levá-los, caros leitores, a um momento de raciocínio inteligível, como ensina o Aquinate. Para tanto, façamos algumas indagações:

            Bilhões e bilhões são gastos no combate ao tal vírus chinês; como é o caso da França que teve que arcar com 20% de seu PIB, lá pelos 450 bilhões de euros. Mas e Cocal? Quanto já gastou?! Se um país, um estado, ou um município gasta, então quem lucra nisso? Pois onde há um gasto, há também um lucro.

                     

           Se fake news fosse crime, ter uma opinião sobre algo também o seria?

        Já observaram que os estados que têm um índice maior de casos são os que mais gastam verbas públicas, e também os que mais impõem isolamento e medidas de "segurança"; até mesmo de invadir casas, como é o caso de Welington Dias? Caso inclusive repudiado pela ministra Damares, dos Direitos Humanos. Vejamos pois: Pernambuco, Ceará, São Paulo.

         Seria crime opinar e argumentar que com o uso da máscara se respira o dióxido de carbono que fôra expirado, envenenando-se, e que o isolamento inibe a produção de vitaminas D e A? Sem falar que em todos estes casos se diminui a imunidade das pessoas, ficando elas mais propensas a contrair alguma infecção.

         E como falar de tantos casos que ocorrem nas redes sociais, de pessoas que não morreram de Covid e, mesmo assim, foram dadas como tal no laudo de óbito?

         E como explicar o próprio JN na exibição do dia 25 de maio, quando disse que uma pessoa morreu pelo fato de o corona causar danos ao rim de um paciente?

         Sobre a letalidade: há quase uma quinzena de casos em Cocal, em recuperação domiciliar sem precisar de hospital? A letalidade é menor aqui, ou o tratamento é mais eficiente, mesmo com a HISTÓRICA precariedade da saúde pública da cidade? Ou será que aqui a realidade é mais palpável? Esperemos e peçamos a Deus que estes mais de 10 casos sejam dados como curados daqui a não sabemos quanto tempo.

         Castigo de Deus ou manipulação? Ou manipulação que não deixa de ser castigo, pois todos sofremos, enquanto somos obrigados a nos curvar diante se decretos tirânicos, medos variados e problemas psicológicos? Sem falar na propaganda de carros de som que deixam os nervos e a pressão arterial das pessoas nas alturas.

         A supressão da liberdade religiosa: o estado se impondo sobre a Igreja; agentes da fé submissos ao estado. A comunhão na mão que, além de um sacrilégio, segundo Tomás de Aquino, é atestadamente anti-higiênico. Supermercados e lotéricas lotadas, e igrejas no cadeado. Está coerente tudo isto?

         Enquanto a hidroxocloroquina que muitos não sabem, mas é um medicamento usado há muito tempo, e não inventado agora com os tais perigos em seu uso, como se apregoa a esquerda, a mesma que defende a liberação de drogas que tão nocivas ao corpo e à alma. E o seu Lula que está muito satisfeito pela existência do corona. Como dizer que está do lado do povo e que quer o bem dos cidadãos ao mesmo tempo que defende seu Lula e seu PT? Incoerência ou cinismo? Pois é o mesmo que ser católico e votar no PT: duas coisas incompatíveis entre si aos olhos de Deus, que tudo vê.

         Se há a tal pandemia, que é baseada em testes inespecíficos ou até mesmo por se presumi-la, como é o caso dos EUA?

        Além de pessoas que relatam terem feito o teste pelo município no Ceará, e dar positivo, e ao fazer na rede privada, o teste apontar negatividade para corona.

         " O teste por anticorpos é inespecífico porque os tais anticorpos se ligam a qualquer coisa que tenha a mesma composição de membrana que envolve um pedaço de material genético. Uma pessoa com tuberculose pode dar positivo para o mesmo teste, um drogado, uma grávida... E o outro teste parte de uma “sopa” de pedaços de material genético na qual não há como distinguir o que é do “vírus” do que já estava livre o material biológico (fluido do pulmão, por exemplo) e da qual fazem o sequenciamento do “novo” “ vírus”." - GEOVANNA LIS bióloga molecular.

         E enquanto a “pandemia” do Corona supostamente matou já na casa dos 20 Mil no Brasil, a outra pandemia, da criminalidade, vem matando perto de 70 mil pessoas anualmente vítimas de homicídios, neste mesmo país varonil...

 

Continua no próximo post.




fontes:


https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=10159856637808835&id=703863834


https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=3339697926041350&id=100000035251016&sfnsn=wiwspwa&extid=ChUc0pKxGZPd3eAl&d=w&vh=i


Quem matou a criancinha de um ano e poucos meses em junho de 2009? A Justiça jamais responderá

    
        O "COMPROMISSO" DA IMPUNIDADE.


    No arquivamento do processo em que o Governador Wellington Dias era acusado de homicídio culposopela morte de 9 cocalenses (dentre os quais uma criancinha de um ano e poucos meses), está escrito o seguinte: 
verifico que a pretensão punitiva do Estado teve seu prazo esgotado em 27 de junho de 2018. (Justiça)
 
       Ou seja, o processo que buscava JUSTIÇA PELAS MORTES foi arrastado por 8 anos, sendo, no final, "invalidado" porque teve "seu prazo esgotado". E por isso, ninguém foi punido - Nem jamais será! E o Governador, que foi acusado de homicídio, está hoje livre como se nada tivesse acontecido às vítimas fatais. (Aliás, que Deus as tenha em bom lugar.)


       Mas, afinal, o que levou esse processo a se arrastar por 8 anos até ser arquivado?!
 
        Leiam as palavras logo abaixo e entendam:
 
Palavras do presidente da Avaba, segundo o GI.


      Segundo matéria do G1, essas palavras são do Presidente da Avaba, cuja esposa é pré-candidata a vereadora pelo PP em Cocal, aliada ao MDB, partido do Deputado João Madson que, por sua vez, é aliado do Governador Wellington Dias (PT).

      Pelo que se lê nas palavras do próprio Presidente da Avaba, o processo se arrastou ao longo de 8 anos, em decorrência de um “compromisso” da própria Avaba para evitar a prisão do Governador, que por isso saiu impune, segundo a matéria. Pois com o processo "lançado" pela Avaba à lentidão do judiciário, “aconteceria isso que aconteceu”, ou seja, o crime seria arquivado, como de fato ocorreu. Em outras palavras, foi como se a Avaba tivesse trabalhado em benefício do réu enquanto quem pagava a conta da Associação eram as supostas vítimas dele, isto é, do Governador. Parece uma articulação macabra, não?! Sem dúvidas. Mas digam o que que não é um absurdo dentre as coisas que surgem da "classe política" estadual em compromisso com "classe política" de Cocal?! 

      E se vocês estão achando isso muito injusto com os associados, sobretudo com as famílias das vítimas fatais ou com essas próprias vítimas, vejam agora que a referida matéria, contendo a confissão do Presidente da Avaba, foi compartilhada pela própria Associação no seu perfil oficial do Facebook, no dia 27 de Maio de 2019 às 23:46, endossando assim as declarações do  seu presidente, sem qualquer ressalva no ato de compartilhamento. E isso já faz um ano na data de hoje. Vejam:


Compartilhamento da matéria do G1 na qual o presidente da Avaba diz que a associação assumiu um "compromisso" de não movimentar o processo contra o Governador, pois poderia levá-lo à prisão.

    
        Como se lê na matéria (disponível no link abaixo), restou apenas o crime ambiental. Pois o crime contra as vidas cocalenses jamais serão esclarecidos, graças à Avaba que manteve "compromisso" com o Governador (réu no caso), segundo o presidente da própria Associação. Foi assim que uma criancinha de pouco mais de um ano de vida, além de mais 8 pessoas, tiveram suas histórias abreviadas friamente sem qualquer resposta da Justiça. E ainda hoje se usa a promessa de reconstrução da barragem como propaganda eleitoral, com valores milionários liberados, porém, misteriosamente, nunca aplicados. Não parece que a vida foi mesmo banalizada, sem que o próprio povo reclame contra isso?! A resposta a esta pergunta fica por conta de vocês...

          Que Deus conforte a todos os que sofrem injustiças. 


        Leiam a matéria completa do G1 clicando aqui.


fontes:






sexta-feira, 17 de abril de 2020

Balai de gato: Nonatim, Secretário de Wellington Dias, vírus chinês, 4 milhões de reais, corrupção, etc... Leia e entenda.




         A Secretaria de Turismo do Piauí gastou quase 4 milhões de reais com bandas para animar o Carnaval deste ano, ajudando a espalhar o vírus chinês por todo o estado. E o responsável por isso é o dep. Flávio Nogueira Jr, atual Secretário do Governador Wellington Dias com quem o mesmo tem grande sintonia “política” em tais contratações, ditas “superfaturadas” pelos jornais – Todo esse dinheiro daria para comprar cerca de 200 respiradores, garantindo vidas piauienses. Mas, em vez disso, serviu para espalhar o vírus no povo.
Dep. Flavio Nogueira Jr sendo empossado na Secretaria de Turismo do Governador / Vereadora Adriana Luiza e seu aliado, Flavio Nogueira Jr, Secretário Estadual de Turismo.

         Em Cocal, Flávio Nogueira Jr troca apoio político com a vereadora Adriana Luiza que busca mais uma reeleição, agora ao lado de três vereadores e um médico que, nos últimos sete anos (enquanto nós, eleitores de oposição lutávamos contra) deram todo seu apoio ao prefeito Rubens Vieira, réu por corrupção milionária na Escamoteamento. Além de aliada a Flávio Nogueira, Secretário de Wellington Dias, a vereadora está agora, a exemplo do prefeito, sob influência política também de Ciro Nogueira, outro aliado do Governador que conduz, junto ao “prefeito escamoteamento”, a eleição de Nonatim para o próximo mandato a partir de 2021. Nonatim, que faz em suas redes sociais intensa campanha contra o coronavírus, certamente não dirá nada contra o Governador e seu secretário de Turismo, Flavio Nogueira Jr, por estes terem gastado quase 4 milhões de reais para espalhar o vírus chinês no estado.


Rubens Vieira e Ciro Nogueira, aliados entre si e réus por corrupção.


         O Senador Ciro Nogueira é réu acusado de integrar uma quadrilha que roubou quase 400 milhões de reais do povo brasileiro; ou seja, 20 vezes mais que o desvio de verbas atribuído pelo Ministério Público ao prefeito de Cocal. Ciro, com a ajuda da vereadora e de demais aliados em Cocal, quer ser o próximo governador a administrar a miséria no Piauí.


Nonatim, no fim do mês passado, compartilhando postagens de seu amigo e aliado Ciro Nogueira (PP)

     Neste ano, os palanques políticos da cidade estarão cheios de figuras já bem conhecidas e testadas pelo povo cocalense. E o resultado disso... todos nós já prevemos: é a continuação do sofrimento do povo. Ou alguém de vocês acha que existe verdadeira honestidade nos conhecidos grupos políticos de Cocal?!

Parte da cúpula da classe política de Cocal-PI e seus caciques estaduais 

          O maior desafio, por tanto, é achar um caminho para mudar de verdade os rumos do nosso município. E tudo pode começar por perguntas, tais, como: Será que vale a pena dizer SIM a pré-candidatos de grupos políticos liderados por pessoas acusados de crimes tão graves? Não será que é justamente por isso que em Cocal SEMPRE tem corrupção em excesso?! Não será que a culpa também é nossa quando acreditamos em grupos políticos cujos líderes estão mergulhados até a alma em graves escândalos de corrupção? Se quiserem uma dica para as respostas, aconselhamos observarem as palavras Infalíveis e Eternas, que dizem: 








terça-feira, 7 de abril de 2020

De Fernandim a Nonatim: os dois "diminutivos” e um pouco de história


De 1992 até 2004, Monção concentrou em torno de si a maior força política da cidade, na opinião do povo. E a grande parte da classe política do município, sabendo disso, rondava a figura dele como se fosse um pequeno rei; todos a se beneficiar abusivamente, de algum modo, dos recursos públicos que entravam pela prefeitura de Cocal. Era uma época de mais profunda ingenuidade e desinformação, com mais analfabetismo, sem amplo acesso a internet, sem conscientização, com mais miséria no país, etc. Tudo era favorável àquilo que ocorria. É até compreensível, em parte... Porém, de 2005 em diante, a partir do início do seu último mandato, Zé Maria Monção largou o povo ao descaso e à própria sorte; e o eleitorado começou a reprová-lo, com críticas espalhadas nos quatro cantos de toda a nossa cidade: Aproximava-se do seu fim o “Ciclo Monção”. A “classe política”, que o rodeava, vendo que precisava criar outro “símbolo político” em torno do qual pudesse se reorganizar (em prol de se manter “abocanhando” os recursos públicos), ludibriando o povo de que tudo seria em prol deste, decidiu criar um novo galho nessa antiga árvore política venenosa ao munícipes de Cocal, vale dizer, como um “câncer”. Foi aí que, às vésperas das próximas eleições, já em 2008, criou-se um novo “símbolo”, que passou a se chamar “Os Vieira”.

Mas era só o começo de um novo ciclo. Pois o “Clico Monção” estava no fim, mas ainda não tinha terminado: faltava um “diminutivo”, isto é, o candidato Fernandim, para não se desperdiçar sequer a raspa do tacho, isto é, para se beber das últimas gotas do fundo da cacimba velha...

Da virada do século até 2008, o vice-prefeito do Monção foi Osmar Vieira, irmão do atual prefeito. Foram 8 anos ao lado do “gestor” que hoje está com os direitos políticos cassados porque, naquela época, fez contra o povo o que jamais deveria fazer. Fernandim, por sua vez, era apenas o motorista do prefeito. Não era um líder político, nunca fora vereador; era apenas um funcionário de confiança do chefe da cidade. E, naquele ano, a classe política, a fim de “sugar até o sumo” da estrutura já montada na prefeitura, colocou Fernandim como candidato a prefeito, para fechar o “ciclo” e, depois, em 2012, partir para um novo “símbolo” que já estava sendo criado, com toda a “bajulação” possível, para ser oferendado ao povo já cansado de “Monção” e de tudo aquilo que ele representava. Criava-se, então, “Os Vieira”.

A campanha de 2008 se deu entre 4 candidatos a prefeito: Fernandim, Rubens, Antônio Carlos e Gilson.

E o resultado foi este:

Fernandim................. 5.812 votos  (40,98%)
Rubens...................... 4.402 votos   (31,04%)
Antônio Carlos......... 2.778 votos   (19,59%)
Gilson........................ 1.191 votos   (08,40%)
*veja na imagem ao fim desta matéria.

Como se vê acima, com 40,98% dos votos, isto é, bem menos da metade, o “diminutivo” Fernandim fechou o fim do “Ciclo Monção”, sendo o pior governo que Cocal já teve, justamente por não representar a vontade da maioria dos cocalenses (59,02% foram contra). Pois naquela ocasião bastava Antônio Carlos ter se aliado a Rubens, ou toda a oposição ter se unido, e a história poderia ter sido um pouquinho diferente entre 2009 e 2012. Mas, por algum capricho da “classe política”, acomodada nos seus cargos e regada por “caciques” estaduais, decidiu-se “roer até o osso” da estrutura já montada na prefeitura, com as bênçãos da Câmara Municipal (como sempre, né?!), ofertando-se ao povo o pior prefeito de que se teve notícia na nossa história recente (Foi o alto preço que o povo pagou por confiar demais na sua “honestíssima e bondosa classe política”). Prosseguindo...

De 2009 até 2012, o “diminutivo” Fernandim, criado pela classe política, “lascou” a vida dos cocalenses com todos os desmandos possíveis; sendo cassado pela Câmara Municipal, sob extrema pressão popular, numa época na qual o povo cercava, em manifestação democrática, a Casa Legislativa até a polícia chegar... Houve inclusive arremesso de ovos podres no presidente da Câmara (O Baca)! Foi uma loucura, inimaginável em tempos de coronavírus...

Mas o que o povo não sabia era que estava tudo sendo preparado para que o próprio povo, confiando que a “classe política” solucionaria tudo como nunca fez, corresse para os braços de um novo “símbolo” de mudança, pela própria classe política criado: “Os Vieira”. E assim aconteceu: em 2012, o PMDB finalmente se uniu ao PSDB e foi eleito pela primeira vez o prefeito Rubens Vieira e, com ele, a promessa de jamais repetir toda a corrupção do “ciclo político” anterior, que se concluiu com o “diminutivo”, o motorista Fernandim, a jogar nosso município às traças por “quase” 4 anos de sofrimento...

Foi então que, em 2013, no início da “nova era: o futuro a gente faz agora”, com “Os Vieira”, a classe política começou a se organizar novamente, aos pouquinhos!, para que os eleitores não percebessem e sentissem algum incômodo: a maior parte de todos aqueles que estavam usufruindo dos desmandos anteriores (candidatos, puxa-sacos, gente que tinham cargos de confiança, alguns empresários, etc., ou seja, a “classe política”) começou migrar para a nova estrutura: a dos “Vieira”. E em 2016, no auge da bonança desse “novo ciclo”, o prefeito se reelegeu, pois a classe política, de propósito, não ofertou algo melhor ao povo que, por sua vez, não criou o seu próprio caminho, aceitando, sem reclamar, aquilo que a classe política lhe oferecia na “bandeja das candidaturas” ... A cidade continuou com os problemas de sempre: saúde, abastecimento d’água, estradas, escolas, etc. etc., tudo largado e escondido atrás de um marketing político teatral diabólico. E o povo, após ter aceitado mais uma vez aquilo que a “honestíssima” classe política lhe ofereceu, deparou-se com uma terrível decepção: um imenso escândalo de corrupção revelado pela Operação Escamoteamento e atribuído ao prefeito, com a cidade repleta de policiais federais e civis, e, no noticiário, a vergonha de se ter um prefeito supostamente indigno da honra do povo. E, cada ver mais, as cortinas do teatro começaram a se rasgar e o povo começou a não gostar mais do que via e ouvia sobre, por exemplo, como o prefeito teria construído uma bela mansão no centro da cidade que governava com o voto dos pobres.

Estamos em 2020; e a classe política, mais uma vez, está vendo o fim de mais um “ciclo”, agora o “Ciclo dos Vieira”. Contudo, este ciclo ainda não terminou. Falta mais um “diminutivo” na nossa história: o Nonatim. Este nunca foi vereador, apenas presidente de sindicato. E é vice-prefeito tendo conseguido somente 33 votos como candidato a vereador em 2008, pelo PT do B; ou seja, só teve a confiança de 32 cocalenses, pois um desses votos era o dele próprio – Os eleitores de Cocal não costumam dar muita importância para candidato a vice-prefeito, até que ele se torne um “diminutivo” desagradável em suas vidas.

Nonatim pode, sim, ser mais um “diminutivo” para que a estrutura hoje já montada na prefeitura aproveite ao máximo esse “ciclo” que está terminando... Pois está claro que o povo, em sua maioria, não vê mais sentido algum naquele “símbolo enganoso” que lhe ofertaram em 2012, na figura política de Rubens Vieira que estava na bandeja das candidaturas da época, cujo garçom era, como sempre, a “honestíssima classe política” de Cocal. Só que o povo quer, agora, mudança de verdade! (Não a mudança que Elizeu Veras, no fundo, queria...). Mas vejamos: a propósito, que mudança de fato o povo quer, afinal?! A “classe política”, pelo que se vê, não liga exatamente para saber qual é a mudança que o povo busca. Ela só quer oferecer ao povo qualquer mudança que seja, mesmo que, na essência, não mude nada, apenas “os nomes”; pois conhece muito bem as paixões de seus eleitores e crê que eles jamais irão despertar. E, sem perder tempo, indo na frente do povo, na expectativa de eleger mais um “diminutivo” (Nonatim), a classe política, enquanto divide a oposição, já se dedica na criação de um novo “símbolo” para 2024: um médico que há poucos dias estava em tranquila convivência com o atual prefeito; a ser ofertado, mais uma vez, como se fosse a mudança que o povo quer. A história, amigos... muitas vezes se repete. Vejam que a oposição se dividiu com MDB, de um lado, e Gilson, do outro. Os caciques... lá de cima, assim decidiram que fosse e assim está sendo; em harmonia com o Governador do Estado, “patrão” de toda a estrutura do prefeito, que ainda vê muito sumo a ser sugado e muito osso a ser roído na prefeitura de Cocal. Alguns dos vereadores "do prefeito", por sua vez, já estão com o novo pretenso “símbolo” da classe política para o futuro no PP/MDB... Pois, mesmo ainda tendo água na cacimba atual, já cuidam todos eles de cavar um “novo” poço, construindo, outra vez, mais um próximo “símbolo político”, a ser ofertado aos cocalenses em 2024, quando o “ciclo” de hoje já estiver esgotado o suficiente para o povo implorar por mais um “salvador” de dentro da própria classe política, antes mesmo de 2023. E, se tudo der certo para eles (tomara que não!), em 2025, infelizmente, a maior parte daqueles que hoje “mamam” na prefeitura, irá migrar, mais uma vez, pouco a pouco, para o novo “símbolo” da “classe política” de Cocal, do “câncer” que ela é. Pois o povo, naqueles dias, certamente aceitará “qualquer coisa” como “renovação”, se for para se livrar de um “diminutivo” terrível a massacrar as suas vidas...

FIM...




segunda-feira, 6 de abril de 2020

O ESCLARECIMENTO DE ELIZEU VERAS

       

   “A mudança não está nos grandes poderes (...) A mudança... ela vai acontecer com os novos; não é com os novos que se envolvem com grande blocos de grandes coligações. Mas aqueles que têm coragem de enfrentar o sistema podre (...) Aqueles que têm coragem de enfrentar as grandes elites (...) E isso depende de nós (...) cidadãos: participar, não ter medo, não procurar aliança com os poderosos, com os maiores, os grandes compradores... os grandes plantadores de miséria na população. Porque eles plantam a miséria (...) com esses favores, com essas compras de votos, comprando as elites, depois vai chegar à população mais baixa, mais humilde. (...) Nós temos que acordar (...) e participar da política pra que se tire esses vermes, essa podridão que hoje está na política, esses grandes que se acham doutores (...) A mudança não está nascendo neles. Eles tem um nome de influência. Mas é um nome... Se tornando uns papagaios (...) aquele efeito jabuti (...) E cabe ao cidadão de bem analisar e dar um basta nesse sistema podre. Então, a minha advertência é essa.”

Elizeu Veras deu esse esclarecimento acima, sobre sua visão política, poucos dias antes de se aliar ao grupo do ex-prefeito Monção. Clique aqui para assistir.




          MATÉRIAS RELACIONADAS:

Elizeu Veras X Chico do Nego: quem merece ser o vice?
"(...) Chico Nego, que passou 7 anos apoiando todos os atos do prefeito Escamoteamento, tendo inclusive ali, na Prefeitura, os próprios filhos contratados, ficando em tal situação que jamais poderia fiscalizar devidamente os atos do prefeito (...)"


"não se deixem enganar" - Adivinhem quem disse esta frase
"(...) o antigo (P)MDB da cidade pediu socorro a Elizeu Veras, figura caricata da “velha política”, que, nos últimos meses, crescia nas enquetes de redes sociais, supostamente por intensões de “votos de protesto” contra todos os pré-candidatos a prefeito do momento; pré-candidatos esses enfiados no estômago do povo goela abaixo pela prepotente “classe política” que não vive sem sugar o sangue dos trabalhadores (...)"

VÍDEO: Elizeu Veras virou alimento para o "câncer" que ele dizia combater                  
 “O Elizeu Veras vem aí...”
 "(...) Elizeu, desrespeitando as próprias palavras, está hoje em plena "lua-de-mel" com aquilo que ele próprio chamou de  "o câncer” na política: os líderes "poderosos". Parece que, no fim das contas, esse "câncer maligno" atingiu o próprio Elizeu, que, no fundo, estava certo: um "câncer vai matando as outras células. E quando você pensar que não, você está morto". Mas Elizeu... pensou que não."

Elizeu Veras X Chico do Nego: quem merece ser o vice?

      

         Um se destacou na cidade como candidato a Deputado Estadual contra os poderosos da classe política; o outro, se destacou como vereador aliado ao prefeito Escamoteamento. 

            Elizeu Veras perdeu mais uma eleição, em 2018, com 909 votos em Cocal, para deputado estadual. Já o Chico do Nego, no palanque do atual prefeito, foi reeleito vereador com bem menos que isso: apenas 569 votos. Se Elizeu Veras teve muito mais votos do que o vereador (que, até poucos dias atrás, era fiel ao atual prefeito acusado na Justiça de roubar o povo), por que então não substitui o Chico do Nego como “pré-vice” de Cristiano, para melhor representar essa luta contra a corrupção supostamente travada pela chapa do Monção/Vilarinho/João Madson/Ciro Nogueira?! Será que Chico do Nego foi um vereador tão bom assim para Cocal, ao ponto de ser insubstituível como “pré-vice” do médico?! Afinal, não se esqueçam DISTO: Se o pré-candidato a prefeito do Ciro Nogueira, isto é, o Cristiano, fosse eleito em outubro próximo, e por algum motivo tivesse que se ausentar da prefeitura a partir de 2021, ele seria substituído pelo seu atual "pré-vice", Chico Nego, que passou 7 anos apoiando todos os atos do prefeito Escamoteamento, tendo inclusive ali, na Prefeitura, os próprios filhos contratados, ficando em tal situação que jamais poderia fiscalizar devidamente os atos do prefeito. O que vocês acham disto? Cadê a humildade do grupo do médico para oferecer  aos seus eleitores um "vice" que, ao menos, não tenha participado da administração com o prefeito? (Se bem que o próprio médico lá estava, né?!) Ou será que Elizeu Veras, ao cair na lábia e ser picado pelo “câncer” da política, não está apenas sendo usado para uma espécie de marketing de humildade vazia para confundir o povo? O que vocês acham?
   
         Vamos esperar para ver quem será, de fato, o vice na “Chapa B” da “classe política” que é o “câncer” de Cocal, segundo o próprio Elizeu Veras. Mas, enquanto isso, respondam vocês, caríssimos leitores: Quem mais se parece com “oposição” ao prefeito, dentre os dois aqui em questão? Chico do Nego ou Elizeu Veras? Está difícil, não é? Pois Elizeu jogou no lixo o próprio discurso... E terminou não agregando nada ao MDB, a não ser a sua "mudança" brusca de posicionamento político em prol de si mesmo e do “câncer” do “sistema”; assim, perdeu o pouco que ele tinha construído, pois se revelou semelhante aos demais da “classe política” à qual, no fundo, ele sempre pertenceu, não com as palavras, mas com o coração.





domingo, 5 de abril de 2020

ESCAMOTEAMENTO: Quem irá arrematar a mansão do prefeito?


          Na primavera de 2015, enquanto os cocalenses de bem trabalhavam para sustentar as suas famílias, a empresária cearense Ana Carolina (depois presa) dialogava com seu “comparsa” a respeito da entrega de suposta propina, em dinheiro vivo, à primeira dama de Cocal-PI. Vejam nesta conversa abaixo, revelada pela polícia investigativa:



         Esse diálogo de WhatsApp acima é uma das muitas provas que o Ministério Público tem contra o prefeito Rubens Vieira, com base nas quais diz provar que o mesmo recebia propina enquanto líder de uma grande conspiração criminosa dentro da "classe política" de Cocal contra o povo que nele manteve confiança desde 2012.

         Vejam agora um trecho no qual os investigadores afirmam que o prefeito usou DINHEIRO ROUBADO para construir a MANSÃO que ele possui hoje em local privilegiado do centro da cidade:



         Com base em todas as provas, o Ministério Público do Piauí pediu, então, à Justiça O BLOQUEIO DA MANSÃO DO PREFEITO para que, após sua prisão, ela seja leiloada e o dinheiro que pagarem por ela volte aos cofres públicos, isto, seja devolvido ao povo de quem o prefeito supostamente surrupiou.


         Enquanto isso, a Câmara Municipal (que nada fez) NADA CONTINUA FAZENDO contra o prefeito, demonstrando que, nesses 7 anos, até hoje a Casa Legislativa não serviu ao povo de Cocal da forma como serviu ao prefeito. São 7 anos sem uma única CPI para investigá-lo. 


         Os roubos atribuídos ao prefeito ocorreram entre 2013 e 2016. Durante todo esse primeiro mandato, estiveram do seu lado os três vereadores que hoje estão com o MDB e o próprio pré-candidato a prefeito desse partido. Na foto abaixo se vê, por exemplo, que, dois meses após a 2ª fase da Operação Escamoteamento ser deflagrada em Cocal, o atual pré-candidato do MDB estava em pleno apoio político ao prefeito réu. Esse apoio, aliás, se estendeu  até depois do primeiro mandato, intervalo em que o prefeito teria roubado 20 milhões de reais do bolso do povo.




         Toda a suposta roubalheira teria ocorrido debaixo dos narizes de todos os vereadores e do médico, hoje pré-candidato do MDB, que permaneceram aliados ao prefeito até meados do segundo mandato, quando, pensando na reeleição dos tais vereadores, decidiram se redistribuir nos partidos da "classe política" da cidade, onde foram muito bem recebidos, sob sons de foguetes e tudo. Ou seja, tiveram que dar um "tempo" nas relações políticas íntimas com o prefeito e desenhar quadros de suposta disputa eleitoral para as eleições deste ano de 2020.

         Deixamos uma indagação aos caros leitores:

         Será que a "classe política" de Cocal não está preparando a "oposição" do MDB com o PP apenas para que, em 2024, quando o ciclo do atual prefeito chegar ao fim e o povo se cansar, como ocorreu com Fernandim em 2012, todos eles da "classe política" migrarem aos pouquinhos para o "plano b", isto é, para o lado do MDB com o PP?! Bem. O próprio pré-candidato do MDB já disse que aceita qualquer pessoa que saia do lado do prefeito para se aliar à sua cúpula partidária. Mas isto nem é novidade na velha política. Qual o cocalense que não sabe que 90% dos que estão encostados hoje no atual prefeito estiveram encostados também nos ex-prefeitos que já passaram em Cocal, e que hoje estão compondo o "novo" projeto da "classe política"?! Complicado, não é? Se o povo não tomar o poder para si, vai sempre reclamar desses políticos cujas práticas são as mesmas de sempre.

            Falar em práticas de sempre, cliquem nesta matéria abaixo e vejam mais:

         Vereador diz que está na oposição hoje porque quer crescer na vida. Finalmente as coisas começam a se clarear para os eleitores da oposição